Angola: MyGroupX Angola

Ver mais

















Login Membros






BLOGS em destaque



O beijo de cada Signo

O beijo de Áries O ariano beija com o corpo todo. Ele pulsa, ele se entrega… e ao mesmo tempo ele domina. Percorre a boca desejada com fogo e paixão. Não é dado a beijocas superficiais, pois gosta de sentir uma emoção e uma energia intensas ne...

ler mais




Ex-Presidente chilena Michelle Bachelet vai liderar nova agência da ONU para as mulheres

A ex-Presidente chilena Michelle Bachelet vai liderar a nova agência das Nações Unidas para as mulheres, UN Women, concurso que contava com uma finalista moçambicana, anunciou hoje o secretário geral da organização. "Michelle Bachelet traz um...

ler mais




Kauz Grupo de Hip Hop

Juntem-se a este maravilhoso grupo chamado KAUZ de hip hop, dando-lhes força e apoio para a publicação do seu disco. Podem encontrar no perfil da banda um dos temas musicais da banda e em breve outros deverão aparecer.

ler mais










Destaques Notícias

Angola barra entrada de empresários portugueses e Portas diz que já pediu explicações

O ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, disse aos jornalistas, na capital portuguesa, já ter pedido explicações a Luanda.

Brasileiros são os que mais usam emagrecedores na América Latina

A média de consumo de emagrecedores na região é 8%. Na Venezuela e no Peru, apenas 4% recorrem a esse tipo de medicamento.

Egípcios exigem saída dos militares do poder

Manifestações decorrem também em outras cidades do país, particularmente em Alexandria e em Suez.

Governo do Rwanda aumenta em 50% o custo da visita aos gorilas da montanha

A cadeia de vulcões situada na fronteira entre o Rwanda, o Uganda e a República Democrática do Congo (RDC) alberga metade dos 700 gorilas da montanha ainda em vida no mundo.

Fabricante das próteses PIP paga fiança e é libertado

O francês está envolvido em um escândalo de venda de silicone irregular. Por decisão da Justiça da França, ele está proibido de deixar o país. Jean-Claude Mas é acusado de homicídio culposo.

Portugal não pode ser "criado da troika", diz Mário Soares

Mário Soares diz que Portugal não pode obedecer cegamente às ordens da troika e disse acreditar em resultados positivos da próxima cimeira europeia.

Presidente tunisino esperado em Marrocos

Durante esta visita, Marzouki abordará com altos responsáveis marroquinos os meios de promover a cooperação bilateral em vários domínios.

Sul-africanas condenadas a 10 anos de prisão em Dakar por tráfico de cocaína

Provenientes de São Paulo, no Brasil, Paulina Mabidietso Makalge e Puseletso Emelda Nethonze, foram detidas em Dakar pelo Gabinete Central de Repressão do Tráfico Ilícito de Estupefacientes.

Trabalhadores portugueses vão parar transportes públicos dia 2 de fevereiro

O tribunal arbitral do Conselho Económico e Social (CES) decidiu não fixar serviços mínimos para a circulação das carruagens do metro de Lisboa durante a greve de 2 de Fevereiro.

Maior central sindical portuguesa muda de líder

Carvalho da Silva abandona hoje a liderança da CGTP. O 12º Congresso da central deverá eleger como novo secretário-geral Arménio Carlos.

China reforça controlo militar na região de Sichuan depois de manifestações tibetanas

China reforça controlo militar na região de Sichuan depois de manifestações tibetanas Estradas bloqueadas, telefones cortados, internet suspensa. A província de Sichuan, com uma forte presença tibetana, foi no início da semana o palco da maior contestação desde 2008. As autoridades chinesas pretendem colocar a região sob controlo, com um forte aparato militar. Durante dois dias, protestos contra a repressão das autoridades chinesas acabaram com soldados a disparar contra os manifestantes: dois mortos, segundo Pequim, o dobro ou o triplo, de acordo com diferentes grupos tibetanos. Na terça-feira, pelo menos um tibetano foi morto em Seda (próximo da fronteira com o Tibete), quando a polícia abriu fogo contra a multidão – informação que foi no dia seguinte confirmada pela agência noticiosa Xinhua. A praça ficou “coberta de sangue”, segundo a organização com sede em Washington International Campaign for Tibet. Outro grupo, o Free Tibet, disse que dois tibetanos morreram e muitos ficaram feridos. Segundo as autoridades citadas pela Xinhua, os manifestantes atacaram a esquadra da polícia com pedras, facas e garrafas de gasolina, ferindo 14 agentes. Na véspera, num protesto em Luhuo (também conhecida como Draggo pelos tibetanos) , duas pessoas foram mortas e 36 foram feridas com balas, adiantou o Free Tibet. As autoridades confirmaram ter havido um morto, e acusaram os manifestantes de terem atacado lojas locais e um banco, e de terem provocado estragos a veículos da polícia; não deram informações sobre a forma como a vítima morreu. A resposta das forças de segurança foi considerada um acto “grotesco” pelo primeiro-ministro do governo no exílio em Dharamsala (Índia). Lobsang Sangay aponta para seis mortos e mais de 60 feridos. “Por causa de actos grotescos como estes e da repressão sistemática de tibetanos, o ressentimento e a raiva entre os tibetanos contra o Governo chinês não tem parado de aumentar desde o levantamento de 2008”, afirmou num comunicado, citado pela Reuters. Há quatro anos, a capital do Tibete, Lhasa, começou por ser o palco de motins e manifestações que opunham tibetanos a chineses han, e que depois se alastraram às províncias fronteiriças de Sichuan, Qinghai e Gansu. Segundo Robert Barnett, especialista em questões tibetanas da Universidade de Columbia (Nova Iorque), esta última vaga de violência é um prolongamento desses episódios, que acabaram na morte de 21 pessoas, segundo Pequim, ou 200, de acordo com exilados tibetanos, afirmou à AFP. Tanto Seda como Luhuo ficam na prefeitura de Ganzi, que se tornou num epicentro da contestação e do activismo político, sobretudo de monges budistas, frequentemente através de imolações pelo fogo: 16 em menos de um ano, quase todas ocorridas nesta zona. Esta quinta-feira, vários jornalistas testemunharam ali um forte aparato policial e militar, incluindo “checkpoints” na estrada. A agência francesa refere ainda que a vasta prefeitura de Ganzi parecia funcionar em câmara lenta: as ligações telefónicas estão muito perturbadas, a internet não funciona e as delocações eram restringidas por membros das forças de segurança mobilizadas em grande massa. “Tem havido distúrbios aqui, por isso o Governo está tenso”, comentou à Reuters um homem que se identificou apenas como Zhang. “O principal problema é que os seguidores do Dalai [Lama] têm feito protestos. Usaram o Festival da Primavera [Ano Novo chinês] para os organizar, quando muitos polícias estão normalmente de folga”. EUA pedem solução Os incidentes ocorrem numa altura em que o vice-presidente chinês, Xi Jinping, que no final deste ano deverá ser nomeado para suceder ao Presidente Hu Jintao, prepara uma visita a Washington, em Fevereiro. Uma responsável da Administração já veio dizer que a questão estará na agenda. A coordenadora norte-americana das questões tibetanas, Maria Otero, afirmou num comunicado que os EUA estão “profundamente preocupados” com as notícias da violência. “O Governo norte-americano pediu repetidamente ao Governo chinês que resolva as políticas contraproducentes nas áreas tibetanas que criaram tensões e ameaçaram a distinta identidade religiosa, cultural e linguística do povo tibetano”, afirmou Otero.    

Ahmadinejad diz estar pronto para retomar negociações sobre o nuclear

Ahmadinejad diz estar pronto para retomar negociações sobre o nuclear
  O Presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, diz estar disponível para retomar as negociações sobre o programa nuclear do país, mas deixa um alerta: “É o Ocidente que precisa do Irão e a nação iraniana não sairá a perder com as sanções”. Ahmadinejad acusou os países ocidentais de quererem aumentar a pressão sobre o Irão, depois de, na segunda-feira, a União Europeia ter aprovado um embargo ao petróleo iraniano. Disse estar disponível para retomar as negociações sobre o programa nuclear iraniano que envolvem os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU (EUA, Rússia, China, Reino Unido e França) e a Alemanha, suspensas há mais de uma ano. “Por que é que deveríamos evitar as negociações? Um país que é racional e que está no seu direito não foge das negociações”, disse o Presidente iraniano num discurso que fez nesta quinta-feira em Kerman, no Sul do Irão, e que foi transmitido pela televisão estatal. Referia-se ao programa nuclear, que o Irão insiste apenas a fins pacíficos, uma posição posta em causa por um relatório divulgado em Novembro pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), que concluiu ter sido efectuada investigação e testes “relevantes para o desenvolvimento de uma bomba nuclear”. Esta foi a primeira intervenção de Ahmadinejad após a aprovação das sanções da União Europeia. A Teerão tem sido pedido que pare com as operações de enriquecimento de urânio, e agora o Presidente iraniano veio responsabilizar os países ocidentais pela suspensão das negociações. “São os que recorrem à coacção que se opõem às conversações”, disse. “São eles que arranjam desculpas e adoptam resoluções à margem das negociações para estas colapsarem”. As sanções adoptadas pela UE proíbem a importação e transporte de petróleo iraniano, bem como as transacções com entidades financeiras iranianas, e deverão entrar em vigor progressivamente, até 1 de Julho, para que os países europeus que mais compram petróleo ao Irão possam encontrar alternativas. Ao comentar as sanções, Ahmadinejad considerou que “é o Ocidente que precisa do Irão” e que “a nação iraniana não sairá perdedora”. E adiantou: “Houve uma altura em que 90 por cento do nosso comércio era com os europeus. Agora caiu para 10% e não fomos nós que pedimos isso. Cortem [a compra de petróleo] e veremos quem mais perde”. Actualmente a União Europeia é o segundo maior comprador de petróleo ao Irão, depois da China, que criticou a decisão da UE. A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton defendeu que o objectivo das sanções é fazer o Irão regressar à mesa das negociações e disse mesmo esperar uma reacção de Teerão a esta proposta. “Estou pronta a retomar negociações desde que o Irão demonstre que estas serão sérias”, defendeu Ashton quando, em Outubro, propôs a retoma das conversações sobre o nuclear iraniano, sob condição de estas se centrarem na “questão chave” do programa nuclear. Teerão tem procurado centrar o debate em questões mais genéricas como a segurança regional. Ainda que Ahmadinejad diga que os países ocidentais ficarão a perder com as sanções, a verdade é que estas têm afectado de forma significativa o quotidiano dos iranianos. A inflação é oficialmente de 21% mas alguns bens de consumo aumentaram para lá dessa percentagem, sublinhou a AFP. A moeda desvalorizou metade em apenas um ano e vários produtos importados, como telemóveis ou frigoríficos, aumentaram mais de 50 por cento.
 

Cinco mortos encontrados nos escombros do Rio

Cinco mortos encontrados nos escombros do Rio
  Estão confirmados cinco mortos nos desabamentos de edifícios que paralisaram o centro do Rio de Janeiro, transformando a área num cenário de catástrofe. Há informação de cinco feridos, três dos quais ainda internados. Cerca de 20 pessoas estarão desaparecidas. O trânsito nas imediações, onde centenas de milhares de pessoas trabalham, continua interrompido. Quando o PÚBLICO chegou ao local ontem à noite, duas horas depois de os três edifícios terem caído, havia espessas colunas de fumo, focos de incêndio, o ar estava cheio de poeira e testemunhas invocavam o 11 de Setembro. Toda a rua estava coberta com montanhas de entulho. Bombeiros e Defesa Civil resgatavam carros dos escombros. O prefeito Eduardo Paes apareceu para falar aos repórteres pelas 23h, dizendo que a causa mais provável era “danos estruturais” e não uma fuga de gás, como primeiro tinha sido adiantado. O primeiro prédio, de 20 andares, que caiu pelas 20h30, terá arrastado os outros mais baixos, de 10 e quatro andares. Tudo isto aconteceu mesmo nas traseiras do Teatro Municipal (um dos edifícios históricos da cidade, que não foi afectado) e da principal praça da cidade, a Cinelândia. Se os desabamentos tivessem acontecido a meio da tarde, quando o centro do Rio fervilha com funcionários, o número de vítimas seria dramaticamente maior. À noite, esta zona da cidade, escassamente habitada, tende a ficar deserta. O presidente da câmara disse ainda, durante a madrugada, que os prédios adjacentes já foram inspeccionados por técnicos e que não correm perigo de desabamento.  

Cantora Djan-C prepara primeira obra discográfica

Cantora Djan-C prepara primeira obra discográfica

Luanda - A cantora angolana Djan-C, nome artístico de Odmara Djanini Cunha, anunciou hoje, terça-feira, em Luanda, estar a preparar o seu primeiro trabalho discográfico, a ser lançado no II trimestre do corrente ano, na capital do país.  
Ao falar à Angop, a artista referiu que a obra, ainda sem título, está a ser gravada no estúdio Ice-Base, em Luanda, e será masterizada em Lisboa, em Portugal.  
Numa primeira fase, acrescentou, serão produzidas dez mil cópias, a serem distribuídas pelo país e no estrangeiro, com destaque para Portugal e Namíbia.
    Referiu que, no país está a trabalhar com o produtor Hamilton e com os músicos Yuri da Cunha, Yola Semedo e Tulewis, enquanto que em Portugal conta com a colaboração dos músicos e produtores Dj Kadú, Geovanni (Garimpeiros), além de outros artistas.  
Com a música promocional “free style” já a tocar nas rádios e discotecas do país, a artista do estilo Pop e R&B realçou que a convivência com cantores consagrados tem sido bastante positiva, visto que tem permitido ganhar mais experiência e técnica de interpretar e interagir com o público em palco.  
“Sou nova no mundo musical, mas tenho estado a aprender muito nos últimos anos, facto que me permite ter um certo traquejo para preparar a minha primeira obra, o que espero agradar os apreciadores da música nacional”, acrescentou.  
Odmara Djanini Cunha nasceu em Luanda em 1994, começou a cantar há dois anos e conta já com várias participações em discos de  

Ministério da Cultura traça plano de rentabilização de monumentos e sítios

Ministério da Cultura traça plano de rentabilização de monumentos e sítios Ebo – A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, afirmou nesta quarta-feira, no município do Ebo, província do Kwanza Sul, que o seu pelouro está a trabalhar numa campanha de levantamento “exaustivo” e elaboração de planos de gestão dos monumentos e sítios existentes na região, tendo em vista a definição de regras de acesso para a sua rentabilização.

Rosa Cruz e Silva, que fez este pronunciamento após ter visitado nos municípios do Sumbe, Amboim, Ebo e Quibala locais de interesse histórico, realçou que a intenção é transformá-los em zonas turísticas, de modo a se obter receitas para o desenvolvimento das regiões em que os mesmos se encontram situados.

Durante a jornada a responsável deslocou-se aos túmulos de sobas locais no Amboim e Kibala e as pinturas rupestres de Ndalambiri, no Ebo, bem como a zona dos hipopótamos, no Waku Kungo, no quadro da sua visita de quatro dias que efectua desde segunda-feira ao Kwanza Sul.

No Sumbe visitou o Fortim e a Fortaleza do Kicombo, Monumento 25 de Março e a Igreja Sagrada Família, locais que carecem de obras de restauro para a sua conservação.

“Em primeiro lugar temos de elaborar um plano de gestão, uma tarefa que incluirá o Governo Provincial, através da Direcção Provincial e o Instituto de Património Cultural. Temos de saber quais são os cuidados a ter para a sua conservação, bem como melhorar as condições de acesso a estes espaços e torná-los em locais turístico" - considerou.

Segundo a ministra, terá igualmente de haver uma articulação importante entre as autoridades governamentais e tradicionais que até ao momento continuam a ser os gestores destes locais.

“Temos de ter um total domínio e conhecimento destes lugares de memória histórica, de modo a podermos dar a conhecer ao mundo, aos jovens e criar condições para que os estudantes se interessem por este tipo de matéria da história antiga de Angola” – frisou.

Nesta tarefa, acrescentou, haverá necessidade de formação de mais quadros na especialidade de arqueologia tendo considerado o número existente ainda insuficiente.

“Por exemplo, houve um exercício para a datação na gruta onde se encontram as pinturas rupestres de Ndalamibiri que não foi concluído. Há ali um vestígio de uma escavação arqueológica que terminou em 1974 pela equipa do professor Carlos Everdosa já falecido. Temos de continuar este trabalho, temos de incentivar os jovens a formarem-se nesta especialidade” – rematou.

As pinturas rupestres de Ndalambiri receberam uma placa de classificação de património histórico-cultural entregue pela ministra as autoridades do Ebo.

Hoje, no término da sua visita, no município da Cela, constatou igualmente o funcionamento da casa da cultura, as bibliotecas municipais e infantil, a Igreja da Nossa Senhora da Assunção e teve uma reunião de balanço com membros do executivo local, antes do seu regresso a Luanda.

Acompanharam a governante os directores nacionais do sector, assessores, uma equipa do Museu de Arqueologia bem como altos funcionários do seu pelouro.
 

Embaixador Brito Sozinho apresentou Cartas Credenciais

Tallin – O diplomata Brito Sozinho apresentou hoje, quinta-feira, ao Presidente da República da Estónia, Toomas Hendrik Llves, as Cartas Credenciais que o acreditam como embaixador extraordinário e plenipotenciário de Angola naquele país do báltico.

Logo após a cerimónia de acreditação, o presidente estoniano recebeu em audiência privada o embaixador Brito Sozinho, a quem manifestou a disponibilidade do seu país em apoiar Angola em vários domínios, em particular o das tecnologias de informação.

Outros assuntos de interesse comum relacionados com as relações de cooperação, entre os dois países, dominaram a audiência.

As Cartas Credenciais foram entregues em cerimónia realizada no Palácio Presidencial, na presença de altos funcionários da presidência, do ministério dos Negócios Estrangeiros e do conselheiro da embaixada de Angola na Suécia, Jeremias José António.

O embaixador de Angola na Estónia, com estatuto de não residente, manteve terça-feira última, um encontro de trabalho com o Director da Divisão África do Departamento Político do Ministério dos Negócios Estrangeiros estoniano, Juri Kahn, com quem abordou assuntos de interesse comum para os dois países.

Brito Sozinho tem residência permanente em Estocolmo, Reino da Suécia, onde foi acreditado em Novembro do ano passado, aguardando acreditação como não residente em outros países nórdicos e da região dos bálticos.

A Missão Diplomática angolana no Reino da Suécia tem sob sua jurisdição países como a Estónia, Letónia, Lituânia, Finlândia, Islândia, Noruega e Dinamarca.

A República da Estónia, que aderiu a União Europeia em 2004, tem uma superfície de 45 mil 227 quilómetros quadrados e uma população estimada em 01 milhão e 300 mil habitantes, com uma economia dominada pela engenharia, produtos alimentares, metalurgia, sector químico e derivados da madeira, além do turismo, que representa 15% do Produto Interno Bruto (PIB).

A Estónia é o mais setentrional dos países bálticos, tendo alcançado a sua independência da União Soviética em 1991. A sua capital, Tallin, é uma das cidades medievais mais bem conservadas da Europa.  
 

Vice-ministro do Interior advoga reforço do controlo das fronteiras

Luanda- O vice-ministro do Interior para Ordem Interna, Angelo de Barros Veiga Tavares, advogou hoje (quinta-feira), em Luanda, a necessidade do reforço do controlo das fronteiras nacionais no período eleitoral, com vista a impedir a violação das mesmas e o risco de eventual desestabilização a partir do exterior do país.

O responsável falava na cerimónia de abertura do Conselho Consultivo Alargado da Polícia Nacional que, entre outros temas, vai passar em revista as actividades desenvolvidas pela corporação durante o ano transacto.

Angelo Tavares considerou oportuno a análise nesta reunião magna do Projecto de Lei de Defesa e Protecção de Fronteiras de Angola, "o que revela a importância que a Polícia Nacional e o Ministério do Interior e, por seu intermédio, o Executivo vêm atribuindo à defesa das nossas fronteiras e ao fenómeno da imigração ilegal".

Referiu que, para o ano em curso, a Polícia Nacional é chamada para uma tarefa de extrema importância que é garantir que o processo eleitoral decorra em absoluta segurança e tranquilidade.

Contudo, notou que a realização em segurança e tranquilidade das eleições depende, essencialmente, de três factores: sendo que primeiro relacionado com uma adequada educação da população para o pleito, tarefa de responsabilidade não só do Executivo, das igrejas, organizações não governamentais, das famílias, entre outros.

O segundo, notou, tem a ver com uma postura digna, maturidade política e uma linguagem responsável e clara dos actores políticos, "pois uma mensagem inadequada pode influenciar de forma negativa o comportamento dos destinatários e pôr em causa a segurança e tranquilidade do processo".

O terceiro factor, segundo o responsável, é a criação de condições humanas e materiais por parte dos órgãos de Polícia e afins, para garantir aos eleitores a participação em segurança e tranquilidade, em todo o processo, "o que requererá da Polícia Nacional um programa adequado para o efeito, com destaque para a formação dos seus efectivos, com vista a uma postura digna, exemplar e de isenção política".

Segundo Angelo Tavares, "pretendemos uma polícia cada vez mais disciplinada e que sirva de espelho para os cidadãos e a sociedade em geral".

Fez saber ainda que, apesar das cifras sobre o crime em Angola serem baixas, registam-se ainda crimes violentos como os homicídios cometidos com recurso a armas de fogo, as violações e os roubos e furtos de viaturas, "o que requer uma resposta mais firme contra os grupos de marginais, principalmente na província de Luanda".

Revelou que deve-se reflectir sobre a necessidade de uma maior participação dos cidadãos na cooperação com a polícia, devendo ser implementados mecanismos que permitam que estes possam, em segurança, "denunciar aqueles que teimosa e ilegalmente possuam armas de fogo, cometam actos delitivos, pertençam a ganges de marginais e auxiliam a emigração ilegal".

Manifestou, por outro lado, a necessidade de uma organização do sistema de ensino policial, procurando analisar com profundidade os conteúdos dos programas curriculares, trazendo para instituição a mais-valia necessária ao harmonioso e sólido desenvolvimento dos seus diferentes serviços.

Participam neste Conselho, com duração de dois dias, responsáveis dos órgãos centrais e comandantes provinciais da Polícia Nacional.    

Hospital Josina Machel conta com brigada de registo eleitoral

Hospital Josina Machel conta com brigada de registo eleitoral Luanda - O Hospital Josina Machel, em Luanda, conta, doravante, com uma brigada de registo eleitoral, para atender os pacientes acamados e os funcionários da instituição que, por várias razões, ainda não se registaram nem actualizaram os seus dados eleitorais.


Para o efeito, o vice-ministro da Administração do Território para os Assuntos Institucionais e Eleitorais, Adão de Almeida, deslocou-se hoje, quinta-feira, àquela unidade hospitalar, onde visitou alguns doentes internados e se inteirou do seu funcionamento.


Acompanhado pelos responsáveis do hospital, Adão de Almeida percorreu diversos compartimentos adstritos aos serviços administrativos e algumas áreas de especialidade, com realce para os Cuidados de Tratamento Intensivo e os centros Cirúrgico e de Hemodiálise.


No final da visita, o responsável disse à imprensa que a mesma enquadrou-se no âmbito do trabalho que o seu pelouro tem vindo a desenvolver, para tornar o processo de registo eleitoral cada vez mais inclusivo.


Precisou que esse programa visa dar oportunidade a todos os cidadãos com capacidade eleitoral a registarem-se e actualizarem os seus dados eleitorais para capacitarem-se ao exercício do direito do voto.


Adão de Almeida lembrou que o projecto foi lançado nesta quarta-feira, no Hospital Américo Boavida, para atender as pessoas que, por razões circunstanciais, não têm condições de ir a um posto de registo eleitoral para actualizar o seu registo.


O director do hospital, Alberto Paca, enalteceu a iniciativa do Ministério da Administração do Território em destacar os serviços de registo na instituição, a julgar pela grande movimentação dos cidadãos que afluem à instituição.


“Considero uma grande oportunidade os doentes, os familiares que os visitam e os dois mil funcionários que a instituição dispõe poderem fazer aqui o seu registo e actualizarem os seus dados eleitorais”, sublinhou.
 

Executivo quer transformar sector privado em motor da economia nacional

Executivo quer transformar sector privado em motor da economia nacional Luanda – O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, garantiu hoje, quinta-feira, em Luanda, que o Executivo angolano está apostado em aumentar a participação do sector privado na economia nacional e, paulatinamente, transformá-la em motor desta área.   O Chefe de Estado afirmou o facto quando intervinha na cerimónia de abertura do Encontro do Empresariado Nacional, que decorre no Complexo Turístico Futungo II, numa organização do MPLA.     De acordo com o estadista, apesar do investimento público e da presença do Estado, há uma grande responsabilidade do sector privado na estratégia do MPLA e do Governo para a edificação da economia de mercado.     Garantiu que estão a ser finalizados os documentos que vão orientar a actividade do sector privado na economia e, neste quadro, estão previstos reajustamentos aos instrumentos de implementação dessas políticas.     Referiu que é está política que o Governo tem seguido até aqui para apoiar o sector empresarial privado e para promover o desenvolvimento da economia real e do sector de produção de bens e serviços.     Por isso, referiu, se achou oportuno proceder-se a auscultação dos empresários, porque pretende-se reajustar a política empresarial, os instrumentos de investimentos privados, como de legislação e métodos, para garantir a implementação da Lei das Micro, Pequenas e Médias empresas.     “Sabemos que nem sempre foi prestada grande atenção ao sector privado e, particularmente, ao sector privado nacional. O Estado tem um papel muito importante e grande nas diferentes áreas da economia”, reconheceu.     “Importamos quase tudo e temos que importar, porque afinal realizamos investimentos de grande vulto no sector público, também as empresas privadas vão realizando investimentos, criam empregos, pagam salários, aumentam a procura global que tem que ser satisfeita por uma adequada oferta de bens e serviços”, asseverou.     O Presidente José Eduardo dos Santos referiu que pretende-se evitar que essa oferta de bens e serviços seja feita, fundamentalmente, a partir de mercado externos. ”Podemos criar capacidades locais, tendo um sector empresarial privado dinâmico e cada vez mais capacitado e que nalgumas áreas vá substituir o Estado na produção”.     Nestes termos, o Chefe de Estado avançou que está reunião tem um objectivo preciso: avaliar o que tem sido feito do ponto de vista crítico e, com criatividade, elaborar contribuições para aperfeiçoar essa politicas.   Apontar soluções tendo em vista a serem definidos instrumentos gerais e as estruturas de actuação e metodológica de intervenção que permitam tornar mais eficaz a implementação das políticas e dos instrumentos a aperfeiçoar, são outros objectivos do encontro apontados pelo Presidente da República.  

Governo da Etiópia pede apoio a Angola

Governo da Etiópia pede apoio a Angola O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, recebeu quarta-feira em audiência, no Palácio da Cidade Alta, o diplomata etíope Grum Abay, na qualidade de enviado especial do primeiro-ministro daquele país, Meles Zenawi. Grum Abay foi portador de uma mensagem na qual o chefe do governo etíope pede o apoio de Angola e, em especial, do Presidente José Eduardo dos Santos, para a candidatura do seu país ao posto de comissário para a paz e segurança da União Africana, durante a cimeira a ter lugar em Addis Abeba, nos dias 29 e 30 deste mês. O primeiro-ministro Meles Zenawi pretende contar, não apenas com o voto do Chefe de Estado angolano mas com a sua influência na sub-região austral do continente, onde é actualmente o presidente em exercício da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e apontado como membro de peso da Comunidade de Estados da África Central (CEAC), da Comissão do Golfo da Guiné e dos Países Africanos de Língua Oficia Portuguesa (PALOP). “A amizade pessoal entre os nossos dois líderes é um elemento muito importante nesta relação”, frisou o diplomata etíope, que realçou o nível alto das relações a nível da União Africana e no plano bilateral, onde considerou haver margem de expansão da cooperação. A cimeira da União Africana tem como principal motivo de interesse a eleição do presidente da Comissão da União Africano, um dos órgãos executivos da organização, actualmente, dirigido pelo diplomata Jean Ping, cuja candidatura apoiada pela CEDEAO, tem a oposição de Nkosazana Dlamini-Zuma, ministra sul-africana do Interior, em representação da SADC. A eleição do presidente da Comissão da União Africana é acompanha pela eleição do seu “vice” e de oito comissários. Em Julho de 2011, a comissão notificou os Estados Membros sobre as vagas e o prazo para inscrições das candidaturas foi marcado para 15 Setembro. A Comissão da União Africana apenas recebeu uma candidatura a lugar de vice-presidente. Trata-se do queniano Erasto Jo Mwencha, que é o actual “vice” de Jean Ping.