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“Luis de Matos CHAOS” é o novo “one man show” do mágico português mais premiado e distinguido de sempre. Luis de Matos, numa curta temporada no Auditório do Casino Estoril, estreia o seu novo concerto de ilusões… tão reais que desafiam a r...

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Para aonde caminha o São João?

Para aonde caminha o São João? Nesses tempos juninos ouvimos os fogos de artifícios pipocando em todos os lugares da cidade de Salvador, tem umas que são umas verdadeiras granadas, explodem tudo! Quando eu disse tudo, podes acreditar, pois as p...

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SÓ RIR

SÓ RIR ANEDOTAS Um peixe vai contra outro, que lhe diz: - Ei! Vê lá por onde andas, sim? - Desculpa… Estava com água nos olhos A mulher comenta com o marido: - Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na c...

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Anatoly Karpov quer popularizar xadrez em África

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Destaques Notícias

Raides quenianos matam 100 combatentes islamitas na Somália

A cidade de Dalayat, principal ponto de abastecimento de armas e de meios logísticos de Al Shabaab, está sob o controlo das tropas quenianas desde o início desta semana.

BCP, participado da Sonangol, elege nova administração a 28 de fevereiro

Assembleia geral do banco português, que já é comandado por capitais angolanos, irá aprovar a entrada de Nuno Amado como presidente executivo.

São Tomé e Príncipe presente na feira mundial de turismo em Berlim

O embaixador alemão, Christian Rumplecker, prometeu convidar empresários alemães a investirem no arquipélago.

Presidente do Mali nomeia novo ministro da Defesa

Sadio Gassama será responsável pela gestão da crise que se vive hoje no Norte do Mali, depois dos ataques dos rebeldes tuaregues.

Marrocos projecta abertura de linha aérea com Quénia

Estímulo do intercâmbio económico e turístico entre os dois países é o objectivo.

Religiosos exortam presidente do Senegal a retirar candidatura

Os imames pedem ao presidente cessante, que disputa um terceiro mandato, para designar um outro candidato na coligação dos partidos que o apoiam.

Angola assinala hoje 51 anos do início da luta armada pela descolonização

Na madrugada de 4 de Fevereiro de 1961, um grupo de homens e mulheres atacou a cadeia de São Paulo, em Luanda, para libertar presos políticos angolanos.

Inscrições para seminário luso-angolano superam expectativas

Encontro junta este sábado na localidade portuguesa de Valado dos Frades uma centena e meia de agentes desportivos.

Campeão africano defende boa preparação para o pré-olímpico

Campeão africano defende boa preparação para o pré-olímpico Luanda - O vice-presidente da Federação Angolana de Basquetebol (FAB), Jean Jacques da Conceição, afirmou, hoje que Angola tem boas hipóteses de se qualificar para os Jogos Olímpicos, a ser realizado este ano em Londres (Inglaterra), desde que tenha uma boa preparação.

Falando à Angop, reagindo o sorteio efectuado terça-feira em Caracas (Venezuela), o antigo capitão do cinco nacional explicou que os adversários da primeira fase (Macedónia e Nova Zelândia) estão a nível dos vice-campeões africanos e os restantes não são invencíveis, uma vez que Angola já defrontou maior parte deles em mundiais e Jogos Olímpicos.

“A forma como nos prepararmos será fundamental, as selecções estão quase todas ao mesmo nível”, sublinhou o campeão africano.

De acordo com o sorteio, a selecção nacional começa a competir no grupo D, ao lado das congéneres da Macedónia, com quem joga no dia 02, e Nova Zelândia (dia 04).

O torneio pré-olímpico, a decorrer de 2 a 8 de Julho, será disputado por 12 selecções, divididas em quatro grupos. Os dois melhores classificados de cada passam para as meias-finais. Nesta etapa, os dois finalistas qualificam-se aos Jogos de Londres, ao passo que os outros dois, derrotados nesta fase, disputam a terceira vaga.

Estão apuradas, além de Angola, na qualidade de vice-campeã africana, as selecções da Nigéria, terceira classificada, República Dominicana, Macedónia, Grécia, Jordânia, Coreia do Sul, Lituânia, Nova Zelândia, Porto Rico, Rússia e Venezuela.  
 

Trocas com China aumentam 11,5 porcento - Estatística

Trocas com China aumentam 11,5 porcento - Estatística Beinjing - As trocas comerciais entre Angola e a China aumentaram em 11,5 porcento em 2011, o equivalente a 24,88 mil milhões de dólares, o que coloca Angola como o segundo parceiro chinês nos países lusofónos.


Segundo estatísticas divulgadas quinta-feira pelo Gabinete de Apoio ao Secretariado Permanente do Fórum Macau, as vendas de Angola à China atingiram 24,88 mil milhões de dólares, mais 9,12 porcento que em 20101, ao passo que as compras chegaram aos 2,78 mil milhões de dólares, mais 38, 82 porcento face àquele ano.


A estatística restrita ao mundo lusofóno aponta as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 28,2 por cento em 2012, face a 2010, na ordem dos 117,2 mil milhões de dólares.


A china comprou nos 12 meses de 2011, dos oito países lusófonos, produtos no valor de 78,9 mil milhões de dólares, mais 27,6 porcento do que no ano anterior, exportando, por outro lado, produtos no valor de 38,2 mil milhões de dólares, o que representa um aumento de 29,4 porcento em relação a 2010.



O Brasil manteve-se como o principal parceiro económico da China, com um volume de trocas comerciais de 84,5 mil milhões de dólares (64,3 mil milhões de euros), mais 35,2 porcento do que em 2010.



As exportações brasileiras ascenderam a 52,64 mil milhões de dólares (40 mil milhões de euros), enquanto as compras à China totalizaram 31,85 mil milhões de dólares (24,2 mil milhões de euros), mais 38,4 porcento e 30,2 porcento, respectivamente, do que em 2010.



Com Portugal, o terceiro parceiro económico da China na lusofonia, as trocas comerciais registaram em 2011 um acréscimo de 21,28 porcento para 3,96 mil milhões de dólares (três mil milhões de euros) numa balança comercial claramente favorável a Pequim, que vendeu produtos no valor de 2,80 mil milhões de dólares (2,1 mil milhões de euros), mais 11,43 porcento em termos anuais.


Mas as exportações de Portugal para a China aumentaram no ano passado 54,11 porcento para 1,16 mil milhões de dólares (883 milhões de euros).


Só em dezembro, as trocas comerciais entre a China e a lusofonia atingiram 9,9 mil milhões de dólares (7,5 mil milhões de euros), menos 10 porcento face a Novembro.



As importações do gigante asiático atingiram 6,9 mil milhões de dólares (5,2 mil milhões de euros), menos 10 por cento face a Novembro, e as exportações 2,9 mil milhões de dólares (2,2 mil milhões de euros), representando também uma queda de nove por cento face ao mês anterior.



Os dados divulgados incluem São Tomé e Príncipe, apesar de este país manter ligações com Taiwan, ilha que a China ameaça "usar a força" se declarar a independência e que não participa directamente no Fórum Macau.



A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como a sua plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003, ano em que criou o Fórum Macau que reúne ao nível ministerial de três em três anos.

"Sempre nos prometem comida mas só nos dão porrada" - MCK

"Sempre nos prometem comida mas só nos dão porrada" - MCK Luanda - O rapper angolano MCK lançou, em Lisboa, o seu novo trabalho, "Proibido Ouvir Isso". Numa entrevista à Voz da América, disse que o album tem este nome, "porque faz um reflexo" de 10 anos de carreira "premiada com perseguição política, várias intimidações e algumas detenções".
Fonte: VOA Rapper angolano apresenta novo CD em Portugal
Recordou, como exemplo, que após a publicação do seu primeiro disco "Trincheira de Ideias", em 2002, um jovem foi morto pela guarda presidencial por cantar música de MCK na rua. Na faixa "A Bala Dói", canta que "sempre nos prometem comida mas só nos dão porrada".   Crê que a sua música representa um forum ionde se fala dos "temas intocáveis" do pais, como o racismo e política, sustentando que em Angola, não há debates.
"Até mesmo na Assembleia Nacional,não ha grandes discussões. Para aprovar uma lei, basta o MPLA mandar 50 deputados levantar a mão", disse MCK.
MCK considera o racismo "uma questão de educação; passou a escravatura, passou o colonialismo, mas ficaram muitas marcas. Ainda existe o complexo de inferioridade de pessoas que foram educadas [para acreditarem] que o branco era uma raça superior".
"Preto só com massa ou se fôr figura", canta MCK na faixa "Na Fila do Banco".   "Ainda existe o conceito de 'vou-me envolver com alguém de pele mais clara para evoluir a raça'", disse notando serem "burrice" esses preconceitos assim como as referências pejorativas aos mulatos e aos brancos.   Para MCK o hip-hop angolano é "uma nova ferramenta" de participação política que veio "ressuscitar o espírito combativo da oralidade da música dos anos 70. E vem reincarnar o espírito da música que se fazia na decada de 60 e 70, que era uma música contra a repressão colonial".
Essa música, lembra o rapper, falava dos problemas da altura e o hip-hop fala dos problemas de hoje, como a pobreza, o racismo e a corrupção. E representa "cada um de nós a colocar a sua pedrinha na edificação de uma Angola melhor e diferente".

Banco Espírito Santo lucra 91 milhões de euros em África

O banco português teve uma ligeira redução do resultado líquido nas operações africanas, mas estas mantiveram a liderança nos negócios internacionais do BES.

BP do MPLA analisa situação interna do partido e governação do país

BP do MPLA analisa situação interna do partido e governação do país Luanda - O Bureau Político do MPLA, partido no poder em Angola, realizou hoje, sexta-feira, em Luanda, a sua I reunião ordinária, tendo analisado vários assuntos relativos à vida interna do partido e à governação do país.
Fonte: Angop CC aprova lista de deputados dia 10 de fevereiro

  Orientado pelo presidente do partido, José Eduardo dos Santos, o Bureau Político fez uma análise do grau de cumprimento do Plano Geral de Actividades do Partido de 2011, tendo considerado o seu balanço positivo e aprovado o relatório a submeter à próxima sessão do Comité Central.


Apreciou o relatório da Comissão de Disciplina e Auditoria do Comité Central, o informe sobre a realização do 1º Colóquio Internacional sobre a História do MPLA, bem como o Plano Geral de Actividades do Partido para 2012.


O Bureau Político apreciou o memorando/proposta sobre os Princípios e Critérios para a elaboração da lista de candidatos a Deputados à Assembleia Nacional, assim como o Anteprojecto do Programa de Governação do MPLA, para o período de 2012 a 2017.

O Bureau Político do MPLA foi informado sobre o pacote legislativo eleitoral e sobre o processo de constituição das Comissões Eleitorais aos vários níveis.


Aprovou a Agenda de Trabalhos para a IV Sessão Ordinária do Comité Central, a realizar-se em Luanda, na próxima sexta-feira, dia 10 de Fevereiro.


Ainda no concernente à vida interna, o Bureau Político aprovou directivas que visam fortalecer, cada vez mais, o trabalho do partido junto das populações, bem como aumentar a unidade e a coesão no seu seio, principalmente neste ano de grandes desafios para o MPLA.


O Bureau Político saudou os militantes, simpatizantes e amigos pela participação massiva nas comemorações do 55º aniversário da fundação do partido, assinalado a 10 de Dezembro último, sob o lema, “MPLA- 55 anos por Angola e pelos angolanos”.


Saudou, igualmente, todos os patriotas angolanos, em especial os Heróis do 4 de Fevereiro, pela passagem do 51º aniversário do início da luta armada de libertação nacional, que sábado se assinala sob o lema "Honremos a memória dos nossos heróis, preservando a paz e a democracia".


O Bureau Político reiterou a firme disposição do MPLA continuar fiel aos ideais do 4 de Fevereiro, reforçando a democracia, lutando pela preservação da unidade e coesão nacional e do desenvolvimento do país.
 

Polícia espanca e prende jovens no Cacuaco que se manifestaram pela falta de água

Polícia espanca e prende jovens no Cacuaco que se manifestaram pela falta de água Luanda - Pelo menos dois jovens foram detidos esta sexta feira no Municipio do Cacuaco em Luanda, quando preparavam uma manifestação de protesto contra as más condições de vida e a prisão descrita como “sem fundamento” e o julgamento arbitrário de outros 12 jovens há 3 dias pelo facto de reivindicarem água e energia para o Município.
Fonte: Club-k.net
Encontram-se detidos os jovens António Manuel Capitão (Pimpão) e Joel Gonçaves Júnior (Nzala) irmão do activista cívico, Casimiro Carbono. Notícias dão conta de outros jovens detidos arbitrariamente e severamente espancados pelas forças policiais, por terem estado no local onde a manifestação pretendia ocorrer.
A Polícia foi denunciada por lançar um líquido nos olhos dos manifestantes que os deixa momentaneamente cegos e tontos. O camara-man Rui Manuel Salvador, foi agredido e retiram-lhe o equipamento. O estudante Pedro Malembe, um manifestante preso em 3 de Setembro, encontra-se a receber tratamento num Posto de Saúde, devido a brutalidade dos espancamentos.
Entretanto, o Presidente do BD Justino Pinto de Andrade está a encetar esforços para falar com o Comandante Geral da Policia Nacional a fim de pôr fim a brutal repressão.

Angola e União Europeia juntos em acções sociais

Angola e União Europeia juntos em acções sociais O Vice-Presidente da República, Fernando da Piedade Dias dos Santos, recebeu quinta-feira o representante da União Europeia em Angola, Javier Puyol, com quem discutiu as políticas do Executivo para o sector social.   Javier Puyol anunciou aos jornalistas, no final do encontro com o Vice-Presidente da República, na Cidade Alta, que os projectos da União Europeia para os próximos tempos vão cingir-se à execução de projectos nos sectores da saúde, educação, água, justiça, e devem envolver 300 milhões de dólares. O representante da União Europeia considera que Angola tem muitos recursos naturais, mas precisa de apoio para geri-los. “Não é tanto de dinheiro que Angola precisa, mas sim de melhorar a gestão com vista à reformulação da sua economia”, afirmou. Puyol informou o Vice-Presidente sobre o interesse da União Europeia em desenvolver o diálogo político com Angola nos sectores de interesse comum, ao mesmo tempo que ouviu de Fernando da Piedade Dias dos Santos explicações detalhadas sobre os esforços do Executivo para melhorar as condições de vida das populações. O diplomata da União Europeia valorizou o “papel activo” de Angola na presidência da CPLP e SADC, e na resolução de conflitos em muitos países africanos, como a Guiné-Bissau. Sublinhou que os projectos da União Europeia em Angola para os próximos tempos vão cingir-se, sobretudo, aos sectores da saúde, educação, água e justiça.

Federação angolana garante continuidade de Lito, treinador diz-se orgulhoso

Federação angolana garante continuidade de Lito, treinador diz-se orgulhoso O presidente da Federação Angolana de Futebol, Pedro Neto, afirmou esta sexta-feira, em Luanda, que Lito Vidigal «ainda é selecionador nacional». A declaração foi feita durante uma conferência de Imprensa que serviu para fazer o balanço da participação dos Palancas Negras na fase final do Campeonato Africano das Nações, no qual Angola não passou da fase de grupos. O dirigente classificou de «especulativa» a forma como a questão da liderança da seleção nacional angolana tem sido tratada, garantindo, então, «que Lito Vidigal ainda está no comando técnico e só não continuará quando a Direção assim o decidir». Pedro Neto aproveitou a ocasião para deixar um apelo. «Não façam mais especulação, por favor», pediu o presidente da Federação, assumindo a responsabilidade do resultado no torneio, mas pedindo honestidade na análise feita: - Aceito que as emoções dos angolanos tenham sido defraudadas, aceito que falem em catástrofe e assumo internamente a responsabilidade. Só não aceito que a crítica especializada e alguns agentes desportivos falem em catástrofe sem avaliar a situação em rigor.» Sobre o desempenho propriamente dito, Pedro Neto considerou que ainda falta algo mais aos Palancas Negras para poderem aspirar a uma conquista internacional. «A análise feita às nossas tropas permite-nos concluir, se quisermos ser honestos, que não temos uma seleção de cinco estrelas. Temos a tendência para elevar em demasia a fasquia, mas é preciso ver que a nossa qualidade neste CAN não era excecional», sustentou. Pedro Neto lamentou que a eliminação de Angola se tenha ficado a dever a pormenores num grupo em que apenas a favorita Costa do Marfim era claramente superior. «Havia condições para Angola se qualificar, mas há coisas que nos escapam, nomeadamente termos desperdiçado vários lances de golo feito nos jogos com a Costa do Marfim (0-2) e com o Sudão (2-2). Só a Costa do Marfim era claramente superior a Angola, mas não fomos felizes. E com os adversários do nosso nível ganhámos ao Burkina Faso e empatámos com o Sudão... Fomos eliminados nos detalhes», observou. Por sua vez, Lito Vidigal, apesar do fraco desempenho, disse estar orgulhoso. «Sinto-me triste mas orgulhoso pelo caminho que percorremos», sustentou o treinador, lembrando que Angola acabou o grupo com os mesmos pontos, quatro, que o Sudão, equipa que seguiu em frente, e defendendo que os olhos dos angolanos têm de ver o que foi feito até chegar à Guiné Equatorial e não cingirem-se aos três jogos do CAN.
 

Viver na cidade mais cara do mundo

Viver na cidade mais cara do mundo Quando pensa nas cidades mais caras do mundo, a capital angolana, a empoeirada Luanda, parece um candidato improvável, com cerca de metade da população a viver com menos de dois dólares por dia. Sem o glamour de Tóquio, Nova Iorque ou Moscovo, ainda são bem visíveis na cidade as marcas que a guerra foi deixando. É surpreendente, portanto, que, de acordo com a BBC, uma casa alugada chegue a custar 7631 euros por mês, que uma refeição para dois num restaurante mediano fique nos 40 euros e que uma família de dois adultos e uma criança gaste facilmente cerca de 1526 euros em compras de mercearia. O elevado custo de vida em Luanda tem origem no facto de Angola ter vivido uma guerra civil desde 1975, quando ganhou a independência, até 2002. Durante esse tempo, a maioria da indústria e infra-estruturas básicas, tais como estradas, linhas ferroviárias, postes de electricidade e abastecimento de água foi seriamente danificada. Se um dia já foi o maior exportador do mundo de café e algodão, e auto-suficiente relativamente à agricultura e pecuária, actualmente Angola importa cercade 80% dos seus bens consumíveis. Por exemplo, para comprar uma lata de salsichas em Luanda, deverá ter em conta o custo envolvido na obtenção desse produto para Angola e para a prateleira do supermercado, um processo demorado devido aos constrangimentos burocráticos e ao trânsito congestionado da capital. A boa notícia é que o preço de habitação em Luanda pode vir a baixar. Com uma grande quantidade de novos edificios a ser contruída, a oferta aumenta, o que pode fazer cair o valor das casas para metade.

Angolanos comemoram 51 anos do início da Luta Armada

Angolanos comemoram 51 anos do início da Luta Armada Comemora-se este sábado, 4 de Fevereiro, o 51.º aniversário do Início da Luta Armada de Libertação Nacional, data que constitui um marco indelével na história da resistência ao regime colonial-fascista português, para o alcance da Independência Nacional. Na madrugada de 4 de Fevereiro de 1961, um grupo de homens e mulheres, munidos de paus, catanas e outras armas brancas, atacou a casa de reclusão e a cadeia de São Paulo, em Luanda, para libertar presos políticos ameaçados de morte.
Em resposta ao ataque, o regime colonial-fascista reagiu brutalmente com uma acção de repressão em todo o país, com assassinatos, torturas e detenções arbitrárias.
Essas prisões e assassinato de pessoas indefesas levou alguns nacionalistas a organizarem-se para a luta de libertação.
Os preparativos da acção tiveram início em 1958, em Luanda, com a criação de dois grupos clandestinos, um abrangendo os subúrbios e outro a zona urbana, coordenados por Paiva Domingos da Silva, Imperial Santana, Virgílio Sotto Mayor e Neves Bendinha (já falecidos).
A acção inseriu-se também nos anseios da população e na necessidade de se passar a formas de luta que correspondessem à rigidez da administração colonial. Para tal, valeu a colaboração de cónego Manuel das Neves e outros combatentes.
O 4 de Fevereiro de 1961 é considerado um marco importante da luta africana contra o colonialismo, numa tradição de resistência contra a ocupação que vinha desde os povos de Kassanje, do Ndongo e do Planalto Central.
Os primeiros relatos de realce de resistência à ocupação colonial datam dos séculos XVI e XVII (1559-1600 e 1625-1656), conduzidos por Ngola Kiluanje e Njinga Mbandi.
Os acontecimentos de Fevereiro de 1961 traduziram-se assim numa sublime expressão de nacionalismo, demonstrada pelos angolanos.
Este ano, o acto central das comemorações da data decorre no município de Amboim, província do Kwanza Sul, sob o lema “Honremos a memória dos nossos heróis, preservando a paz e a democracia”.
O programa comemorativo do 51º aniversário da epopeia, cujo acto político nacional será presidido pelo ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Kundi Pahiama, inscrevem actividades culturais e recreativas, bem como a inauguração de empreendimentos económicos e sociais.

Livros raros foram roubados do Instituto de Botânica de São Paulo

A ação foi praticada por três homens e a suspeita é que as obras tenham sido encomendadas por alguém de fora do país.

UNITA exige demissão do governador de Cabinda

UNITA exige demissão do governador de Cabinda Cabinda - A Unita em Cabinda acusa o governo provincial de uso excessivo da força para reprimir a greve dos trabalhadores do sector da Saúde e condena as interdições que foram impostas aos órgãos de comunicação estatais de divulgarem qualquer informação sobre a greve e a consequente paralisação dos hospitais.
Fonte: VOA
Numa declaração tornada pública - e a que tivemos acesso - o Secretariado Executivo do movimento do "Galo Negro" acusa, por outro lado, as autoridades de Cabinda de violaresm a Constituição da República sobre o direito à greve e por incapacidade de diálogo para a solução do problema.
Entretanto, o secretário provincial da UNITA, José de Gringo Júnior, pede, mais uma vez e em nome da população local,a demissão do governador de Cabinda, o general Mawete João Baptista, "por incompetência e incapacidade na gestão da crise no sector da saúde".